Enquanto turistas fotografam as fachadas coloridas, uma comunidade resistente insiste em chamar o Pelourinho de lar.
Para o Ilê Aiyê, o Olodum e outros blocos históricos, o carnaval é o resultado de doze meses de trabalho cultural e comunitário.
A maior feira livre da Bahia é um universo à parte — barulhenta, cheirosa, caótica e absolutamente essencial.